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A história do LSD é relativamente recente. Ela começa em 1943, com o químico suíço dr. Albert Hoffman, que trabalhava para os Laboratórios Sandoz pesquisando derivados do Claviceps purpurea, também conhecido como ergot, um fungo que atacava o centeio. Essa droga teve sua explosão de consumo durante os anos 60 quando, enganadamente, foi chamado de "ácido da felicidade" pelos jovens da época que diziam que o álcool matava e por isso deveriam consumir o L.S.D. A dietilamida do ácido lisérgico (LSD) é a mais poderosa droga conhecida: menos de 30 gramas são suficientes para produzir mais de trezentas mil doses. Devido a essa potência, a dosagem de LSD é medida em microgramas Era utilizada com o intuito de "aumentar o estado de consciência". É uma droga que provoca o funcionamento anormal das manifestações mentais, que distorcem a realidade e o estado de percepção, podendo provocar, assim, o aparecimento de estados psicóticos, depressão, pânico e alucinações, delírios, ilusões, chegando a provocar até suicídios. Apenas uma pequena dose é capaz de proporcionar horas de alucinações. A droga interfere na ação da Serotonina, um neurotransmissor, por conter em sua composição uma substância que está presente também na Serotonina. Efeitos: Existe um efeito do LSD no mínimo curioso: É a volta dos sintomas psíquicos (alucinações, delírios...) depois de algum tempo (meses e até anos) mesmo sem ter consumido a droga novamente. No final da "viagem" vem a depressão, angústia e medo, e causa a dependência psíquica. Reações apresentadas por viciados em L.S.D.: Dentre seus vários problemas causados podemos citar as variações nos cromossomos que por sua vez vêm a provocar variações no feto em desenvolvimento, nas mulheres grávidas viciadas. |
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